Motos mais econômicas do Brasil

Confira as 5 Motos mais econômicas do Brasil

Para quem precisa de agilidade, praticidade e custo baixo no transporte urbano, escolher uma das motos mais econômicas do Brasil pode ser uma ótima solução. Essas Motos Usadas possuem custo baixo, e uma autonomia muito boa com combustível – podendo chegar a até quatro vezes mais km/l.

As motos usadas mais econômicas do Brasil também costumam ser mais compactas, facilitando a circulação urbana, com forte trânsito e congestionamentos. É importante ter em mente, no entanto, que escolher uma moto econômica geralmente significa abrir mão de uma grande potência e de grandes confortos para pilotar.

Algumas das motos mais econômicas do Brasil possuem, inclusive, o modelo de motoneta – o que é um fator a se considerar, dependendo da sua estatura, ou de sua preferência para pilotar uma motocicleta.

Confira quais são as motos mais econômicas do Brasil:




Honda Biz

A Honda Biz é uma moto tipicamente urbana, e cumpre o seu propósito entre as motos mais econômicas do Brasil. Tecnicamente, ela é uma motoneta, o que significa que o pilota vai sentado, ao invés de montado, e pode apresentar problemas de conforto para pessoas muito grandes.

Lançada em 1998, a Moto Honda Biz tinha o propósito de locomover entregadores de jornal japoneses a um baixo custo – sentados, os entregadores poderiam jogar o jornal sem se desequilibrar, ou precisar parar a moto. A estratégia deu certo: além de ser uma das mais vendidas do Brasil, ela pode fazer uma média de 40 km/l sem grandes dificuldades.

Honda CG

A Honda CG é um dos modelos populares mais clássicos do país, e regula custo baixo e economia. Vendida na Brasil desde a década de 1970 – e entre as primeiras posições de venda desde então –  ela apresenta um dos melhores custos benefícios.

O manual indica uma média esperada de 35 km/l em autonomia, mas há uma série de registros jornalísticos que apontam um desempenho superior a 45 km/l.

Suzuki Yes 125

A Suzuki Yes 125 está entre as motos de 125 cilindradas mais baratas do país. Ela é, também, uma das mais ágeis em ambiente urbano, por ser uma das mais compactas. Em circulação desde 2005, seu desempenho costuma fazer uma média muito boa de 40 km por litro de combustível.

Yamaha XTZ 125

A Yamaha XTZ 125 é o modelo com personalidade mais marcante da lista das motos mais econômicas do Brasil. Diferentemente das outras, com conceito essencialmente urbano, a XTZ tem todo o visual de uma off-road.

Quem gosta do estilo não terá prejuízos com combustível na cidade: ela também é compacta, e seu desempenho com combustível é de 35 km/l.




Yamaha YBR 125

Uma das mais vendidas do país, a Yamaha YBR 125 é um dos principais modelos da Yamaha, e muito apreciada por quem precisa trabalhar diariamente com motocicletas. Além de ser econômica e possuir um custo baixo de compra, a Yamaha YBR apresenta um visual um pouco mais robusto robusto e esportivo do que outros modelos populares, sem perder a agilidade urbana – atividade para a qual ela foi desenvolvida.

Sua autonomia com combustível é, em média, 33 km/l, o que ainda a coloca entre as motos mais econômicas do Brasil.

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Yamaha revela MT-07 reestilizada e melhorada

Modelo intermediário da gama MT ganha cara da 09 e melhorias técnicas e de conforto

A Yamaha apresenta esta semana no Japão a versão atualizada da MT-07. Lançada em 2015, a naked de média cilindrada mantém o motor bicilíndrico de 688 cc e 75 cv, mas ganha novo visual e melhorias técnicas e de conforto. 

Yamaha MT-07 2018

Na parte de estilo, a 07 ganhou um farol maior e mais largo, muito semelhante ao da 09 (que já estreou outra cara lá, fora com faróis duplos). O tanque de combustível também foi redesenhado, ficando mais largo para melhorar o encaixe das pernas (embora mantenha a mesma capacidade). Na traseira, a rabeta e a lanterna (em LED) foram alteradas. O banco também é novo, deslocado um pouco para trás e para baixo. A intenção da marca foi reduzir a fadiga do piloto e aumentar o grau de liberdade da posição de condução. Além disso, melhorou para os pilotos (as) mais baixos apoiarem os pés no chão. 

A melhoria técnica ocorreu na suspensão. Apesar de ágil e leve, a condução esportiva da MT-07 tinha espaço para acertos. Ciente disso, a Yamaha aumentou a velocidade de reação da mola aumentando a compressão (no amortecedor traseiro) e o amortecimento de rebote (nos garfos dianteiros e no amortecedor traseiro). Para facilidade de ajuste, o colar de regulagem da pré-carga da mola ficou mais acessível e agora oferece ajuste de retorno, para quem deseja um acerto mais fino. 

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Arrancadas de Motos

Motos Usadas – Prova de Arrancada

Prova de arrancada com motos é um tipo de competição esportiva, uma forma de corrida praticada por veículos automotores na qual automóveis ou motocicletas, originais ou especialmente preparados completam uma trajeto reto e nivelado no menor espaço de tempo, partindo da imobilidade.

É um tipo de competição muito popular nos Estados Unidos, onde é conhecido como Drag Racing e é regulamentada por organizações como a NHRA e IHRA.

A distância a percorrer mais comum é de um quarto de milha (402,5 metros ou 1319 pés) embora possa também ser praticada no Brasil em trajetos de outras dimensões, como um oitavo 8 de milha, entre 201 e 301 metros e praticado ilegalmente em vias urbanas como um tipo de racha.

No Brasil, é muito comum o uso de veículos regulares compostos de motores aspirados ou equipados com turbocompressor, além de veículos da década de 70 equipados com motores de grande deslocamento. Menos utilizados devido ao alto custo de preparação dragsters, funny Cars, body kit e gaiolas são apreciados devido ao grande desempenho e ao show que proporcionam ao público.

Atualmente utiliza-se um sistema informatizado para a computação dos tempos de cada categoria, sistema composto por fotocélulas e um dispositivo de alinhamento e largada chamado de “pinheirinho” ou “christmas tree” – devido a sua seqüência de lâmpadas coloridas.

Outro fator extremamente importante para o sucesso deste tipo de provas é a segurança. Arrancada, em dia de chuva, nem que seja pouca chuva, já é motivo para o cancelamento da prova, pois os carros que participam desta modalidade dependem basicamente de tração para se manterem na pista e a chuva reduz a aderência.

Ambulância e bombeiros e equipes com extintores são fatores fundamentais para a prevenção de riscos maiores, bem como uma boa área de escape para proteger tanto o piloto quanto o público que assiste as provas, afinal de contas os carros de categorias maiores estão passando no final do quarto de milha a 400 km/h na pista.




A largada numa prova de Arrancada é dividida em três partes: preparação, alinhamento e aceleração. Na etapa chamada de preparação, os pilotos dirigem-se à pista e dois em dois recebem a ordem para o alinhamento que só ocorre com a pista limpa e desobstruída. Isto quer dizer que não há carros parados na área de escape, detritos espalhados pela pista ou líquidos provenientes de quebras.

Em seguida há o alinhamento, onde o piloto já no lado da pista em que vai correr efetua o burn out (conhecido no Brasil como borrachão), aquecendo os pneus para aumentar a aderência e consequentemente aquecendo também a pista. Passada esta etapa os pilotos dirigem-se ao pinheirinho para o alinhamento entre si, com ambos os carros parados lado a lado na linha das fotocélulas de largada. Vem então a arrancada propriamente dita. No pinheirinho é iniciada uma seqüência de 4 lâmpadas coloridas que vão do amarelo ao verde, quando os carros partem o cronômetro é acionado e só vai ser parado na passagem do carro pela fotocélula ao final do percurso registrando o tempo e a velocidade final. Caso o piloto movimente seu carro antes de acender a lâmpada verde, a largada é perdida e dada como “queimada“.




Numa prova deste gênero vale o conhecimento técnico do preparador, um bom ajuste do carro, a coragem do piloto e as vezes uma grande resistência física. Os campeonatos acontecem regionalmente com a supervisão das federações de cada estado e com participação em de público e pilotos. A participação nestas provas é bem abrangente e fácil acesso, já que os regulamentos dispõem de categorias que vão desde as originais até as mais avançadas para protótipos de alta performance.

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Honda x Harley x Yamaha x Kawasaki

Comparamos Honda CTX 700 x Harley 883 x Yamaha Midnight Star x Kawasaki Vulcan





A nova CTX é uma custom diferente. Ela usa a base da crossover NC 700X e design que foge do tradicional para concorrer na mesma faixa de preço de Harley-Davidson Sportster 883, Yamaha Midnight Star 950 e Kawasaki Vulcan 900. Descubra no site http://motosusadas.com.br/classificados/

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AME AMAZONAS C1 250cc

Frenagem de emergência com motos. O inesperado acontece e as vezes o freio é a única solução.

Rodando a 60 km/h, a moto AMAZONAS C1 250cc serpenteia entre os carros entalados no congestionamento. Habilidoso, o piloto executa manobras rápidas quando percebe a aproximação de um carro na traseira. Em uma fração de segundo, desvia o olhar para o retrovisor. Nesse instante o trânsito pára. Não há por onde escapar! Habilidade não falta, espaço sim. Mesmo freada a 60 km/h, a moto segue em frente mais dois segundos e ainda roda 16 metros: se o carro estiver parado a 14 metros da moto, a pancada é praticamente inevitável.
O que aconteceu com o nosso piloto imaginário infelizmente é comum. Por mais habilidade que se tenha, o espaço de frenagem de uma moto depende de vários fatores. No Campo de Provas da Pirelli, em Sumaré (SP), comprovamos que uma Moto Street 150 precisa de 9 metros para frear a 40 km/h, espaço que quase dobra, indo para 16 metros, se a moto estiver a 60 km/h. Se o piso estiver molhado, o espaço necessário chega a 20 metros, rodando nos mesmos 60 km/h.
 
Além disso, evitar ou não um acidente pode depender também do estado dos pneus, da manutenção dos freios e de seu uso correto.
 
Do excesso de velocidade não há como escapar: a 90 km/h, a CG percorreu mais de 40 m até parar totalmente.

Para mostrar tudo isso na prática, usamos uma Moto Street 150 equipada com freio a disco na dianteira e pneus novos, os originais Pirelli City Demon, com a calibragem recomendada pelo fabricante (25 libras na dianteira e 28 na traseira, rodando só com o piloto).


As condições do teste no Campo de Provas também foram as ideais. Tanto no asfalto seco quanto molhado, a pista apresentava a melhor aderência possível, sem buracos ou qualquer vestígio de óleo ou areia. Assim, os números obtidos pelos pilotos são os melhores que se pode conseguir em uma frenagem – devidamente confirmados por um GPS (Global Position System) conectado simultaneamente a sete satélites, com precisão de centímetros e milésimos de segundo!
Foram mais de 60 frenagens realizadas da forma correta: 70% da pressão no freio dianteiro e 30% no traseiro. Porém, como muita gente usa apenas o freio traseiro os pilotos mediram o espaço percorrido usando essa frenagem errada. Como era de se esperar, os espaços foram praticamente o dobro: a 60 km/h, foram 43 m usando só o freio traseiro contra apenas 16 m com a utilização dos dois freios. Uma demonstração importante para tentar acabar com este vício de alguns motociclistas (veja “Só no traseiro”).

 


Também a pressão dos pneus influência na segurança da frenagem. Um pneu dianteiro com pressão abaixo do recomendado, no caso 15 libras contra as 25 indicadas pelo fabricante, mostrou um resultado interessante numa frenagem a 40 km/h.

O pneu rodou no aro e poderia até arrancar o bico da câmara (veja “Risco no bico”). As leis da física são cruéis com pilotos habilidosos ou não, e cobra em distância de frenagem o preço de descuidos com a manutenção ou excesso de velocidade.

 
Risco no bico

Uma frenagem de emergência com o pneu murcho pode acabar em queda. O pneu é capaz de rodar no aro e arrancar o bico da câmara, ocasionando vazamento 

instantâneo. Mesmo em baixa velocidade o risco de queda existe. Se o pneu murchar ou sair 
do aro o piloto terá a desagradável surpresa de realmente perder o controle da moto.
 

 

Só no pneu traseiro

Para quem ainda acredita que usar o freio traseiro é o mais seguro, realizamos medições a 60 km/h como exemplo. Só usando o freio traseiro (apenas com o piloto), a moto percorre exatos 43,14 metros contra os 16,02 metros na frenagem normal (usando os freios dianteiro e traseiro). Ou seja: a moto percorre quase o triplo do espaço até parar.

 


Na pista molhada essa diferença fica ainda maior e controlar a moto é uma tarefa mais difícil, já que ela tende a sair de lado no asfalto molhado. Quem usa apenas o freio traseiro acredita na “lenda urbana” (talvez vindo dos primeiros tempos das bicicletas) de que o uso do freio dianteiro faz o moto “capotar” de frente.

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Estilo Chopper

Motos Estilo Chopper – Motos Usadas noticias

As Chopper são motocicletas customizadas de forma a deixar o sistema dianteiro das motos modificados, principalmente com seus garfos alongados.

Motos Usadas Chopper

Em consequência desta transformação, ocorrem outras, como seus guidões com os mais diferentes formatos e a estrutura dos quadros, modificando também o formato dos bancos, sempre colados ao quadro, e os tanques.

Outra característica são suas peças cromadas, o visual minimalista e amortecedores compridos no eixo dianteiro, A busca por esta nova tendência, aliado a soldas caseiras e o desconhecimento sobre as propriedades do metal, ocasionaram muitos acidentes fatais nos primeiros anos desta nova cultura motorizada.

 

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Motos Kawasaki no Brasil

Motos Kawasaki  – Motos Usadas Historias

Kawasaki Motores do Brasil Ltda  é uma subsidiária da Kawasaki Heavy Industries Ltd sediada no Japão.

Kawasaki atua no Brasil desde 1973 fornecendo equipamentos e serviços para grandes projetos industriais, energéticos, navais e aeroespaciais de grandes empresas brasileiras, como a CSN, Usiminas, Embraer, e muitas outras.

No dia 15 de outubro de 2008, com a inauguração da primeira concessionária oficial da Kawasaki Motores do Brasil em São Paulo, os produtos de consumo da Kawasaki – motocicletas – começam a ser oficialmente introduzidos no País.




Visando a expansão da marca no país, é inaugurado em setembro de 2009, a primeira unidade produtiva da Kawasaki em território Latino-americano, na cidade de Manaus (AM). Com isso, a presença e a confiança da Kawasaki no território brasileiro se fortaleceu, que até então atuava com importação e comercialização de motocicletas.




O nome Kawasaki representa uma empresa tecnológica cujas atividades englobam desde projetos internacionais em grande escala até produtos utilizados na vida diária e para recreação. 

kawasaki motos usadas

Cem anos de inovação permitiram à companhia estabelecer uma fundação firme como uma empresa líder em tecnologia, totalmente preparada para um novo século de inovação e expansão, almejando novos mercados, novos produtos e novas ideias

Tecnologias Kawasaki

Como o tempo marcha, a tecnologia das motocicletas se tornam cada vez mais avançadas. E a Kawasaki vê esse avanço tecnológico não como um meio para substituir pilotos mas sim uma forma de criar convenientes que possam favorecer os passageiros, tornando a pilotagem cada vez mais segura e confortável​​. “Habilitando pilotos para se tornarem cada mais completos afim de controlar máquinas de alto desempenho, e desfrutar do prazer de pilotar.”

Ajudar os pilotos a realizar esse desejo simples e inato tem sido, e continua sendo, o objetivo da tecnologia Kawasaki.

Saiba mais em: http://www.kawasaki-cp.khi.co.jp/technology/index_e.html

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BMW Motorrad

BMW Motorrad – Motos Usadas

BMW Motorrad é uma subsidiária do Grupo BMW que se dedica a produção de motos. No início do século 20, era uma fabricante de motores de aeronaves e foi por meio da 1° Guerra Mundial que surgiu a primeira motocicleta BMW, denominada R32, em 1923.


Ao longo de 89 anos de constante evolução, a marca bávara investiu no avanço tecnológico de suas motocicletas e, atualmente, a BMW produz modelos para diversos tipos de motociclistas. Esses ícones da engenharia moderna sobre duas rodas estão divididos em quatro categorias: Roadster, Sport, Tour, Enduro e Urban Mobility.

No Brasil, a BMW Motorrad comercializa 12 destes modelos, sendo: F 800 R, R 1200 R Classic, K 1300 R, K 1300 S, S 1000 RR, K 1600 GT, K 1600 GTL, G 650 GS, G 650 GS Sertão, F 800 GS, R 1200 GS e R 1200 GS Adventure.

Pioneirismo: Freio ABS

A BMW Motorrad apresentou a primeira produção em série do mundo de motocicletas equipadas com o sistema de freio ABS, que até hoje é o recurso de aprimoramento de segurança mais efetivo existente.

Agora, a divisão de motos da marca bávara dá mais um passo a frente no campo da segurança e anuncia que, a partir de 2013, será a primeira fabricante do mundo a oferecer ABS de fábrica em todos os modelos da sua gama de produtos.

Com essa atitude, a BMW Motorrad, que já oferece esta condição no Brasil desde o início de 2012, se antecipa à medida que entra em vigor na Europa em 2016 e obrigada a todos os fabricantes da região a fornecerem o item ABS de fábrica.

 

 
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Motos Usadas – Motos Ducati

Ducati Autentica perfomance Italiana!

Ducati é a marca da emoção!

As motos mais atraentes do mundo são o resultado de um profundo compromisso com competições, elas são a mais pura expressão de habilidade refinada, design inconfundível e, acima de tudo, uma grande paixão pelas duas rodas.




A Ducati tem orgulho de representar a indústria italiana – a essência do estilo italiano é mostrada através da concepção de cada moto. Linhas sinuosas, sedutoras e flexíveis, com uma qualidade permanente e atemporal que define um padrão insuperável

Ducati motos – em mais de 60 países em todo o mundo esses modelos dominam os sonhos dos mais apaixonados entusiastas de motocicletas.motos ducati

O sistema de controle de válvulas Desmodrômico, o quadro de aço tubular Trellis, o motor L-Twin e seu som inconfundível – estas são as características distintivas que enfatizam a singularidade de uma Ducati.

A lista de vitórias de nossas motocicletas é prova do valor da nossa filosofia de trabalho. No Campeonato Mundial de Superbike, a Ducati venceu 15 dos últimos 18 títulos e 16 de fabricantes. Já no campeonato de MotoGP 2007 – menos de quatro anos depois da estreia da Ducati na série – nossa Desmosedici GP7 liderou o ranking de pilotos e fabricantes.

O vínculo que, a partir das pistas, une os Ducatisti do mundo à fabrica supera qualquer barreira e é expresso atravez dos Desmo Owners Clubes. Os clubes são, na verdade, como um clã, ligado por sua fidelidade à bandeira Ducati. Os Ducatisti se encontram nas pistas de corridas e eventos, no World Ducati Week e também no ducati.com e ducatibrasil.com, que é visitado por mais de 12 milhões de fãs a cada ano.

A história do sonho Ducati, que começou em Bolonha, em 1926, é recordada no Museu Ducati. Lá as histórias das lendárias motos e pilotos são contadas e a paixão pura por desempenho e excelência permeiam o ar. Uma paixão que viaja rápido, abrindo novos caminhos e criando história.




A Ducati do Brasil foi criada em outubro de 2012 como subsidiária oficial da Ducati Motor Holding no país, sendo a responsável por trazer ao Brasil produtos que são referência absoluta em termos de inovação, tecnologia e design no mercado de motocicletas premium e opera uma rede de concessionárias em expansão, que tem como objetivo principal oferecer um atendimento de alto padrão, à altura das expectativas dos apaixonados pela marca.

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